Portugués

Fazendas griladas pelos fundos de Havard e TIAA no Cerrado em chamas

O Brasil ainda arde em chamas. A onda de incêndios que assolou a Amazônia em julho e agosto agora se espalha para as terras do Cerrado, onde o número de incêndios em setembro dobrou se comparado ao ano passado.

O Brasil ainda arde em chamas. A onda de incêndios que assolou a Amazônia em julho e agosto agora se espalha para as terras do Cerrado, onde o número de incêndios em setembro dobrou se comparado ao ano passado.

Brasil: Pacto contra a biodiversidade e os territórios dos povos

Diante das crises das economias centrais e a desaceleração do ciclo virtuoso das commodities, renova-se o histórico pacto de poder conservador entre os donos da terra, os donos do dinheiro e o Estado (nas palavras de Maria da Conceição Tavares), a fim de manter a brutal apropriação da renda nacional pelo capital financeiro e bancário, principalmente internacional. Uma versão contemporânea do pacote econômico do Consenso de Washington vem sendo imposta para os países na América Latina: como medidas de “austeridade fiscal” para os gastos sociais, a fim de gerar saldo para o pagamento dos serviços da dívida pública e a transferência dos gastos sociais para o setor penal e penitenciário; a supressão de direitos trabalhistas e previdenciários, privatização de empresas e bens estatais e dos recursos naturais, além da flexibilização da legislação ambiental.

Diante das crises das economias centrais e a desaceleração do ciclo virtuoso das commodities, renova-se o histórico pacto de poder conservador entre os donos da terra, os donos do dinheiro e o Estado (nas palavras de Maria da Conceição Tavares), a fim de manter a brutal apropriação da renda nacional pelo capital financeiro e bancário, principalmente internacional. Uma versão contemporânea do pacote econômico do Consenso de Washington vem sendo imposta para os países na América Latina: como medidas de “austeridade fiscal” para os gastos sociais, a fim de gerar saldo para o pagamento dos serviços da dívida pública e a transferência dos gastos sociais para o setor penal e penitenciário; a supressão de direitos trabalhistas e previdenciários, privatização de empresas e bens estatais e dos recursos naturais, além da flexibilização da legislação ambiental.

Regularizaçao ambiental e fundiária tensionam pela massiva privatizaçao das terras públicas e territórios coletivos no Brasil

No Brasil, durante a Jornada nacional de lutas pela terra e reforma agrária e em memória ao massacre de Eldorado de Carajás, no dia 17 de abril de 1996, e o 15º Acampamento Indígena Terra Livre, os movimentos sociais estão se mobilizando para impedir que as mudanças regulatórias, empreendidas desde o golpe em 2016, possam levar à maior privatização em massa de terras rurais na história do Brasil, revertendo as lutas por reforma agrária.

No Brasil, durante a Jornada nacional de lutas pela terra e reforma agrária e em memória ao massacre de Eldorado de Carajás, no dia 17 de abril de 1996, e o 15º Acampamento Indígena Terra Livre, os movimentos sociais estão se mobilizando para impedir que as mudanças regulatórias, empreendidas desde o golpe em 2016, possam levar à maior privatização em massa de terras rurais na história do Brasil, revertendo as lutas por reforma agrária.

Publicação ilustrada: 12 táticas que as empresas de óleo de dendê usam para tomar terras de comunidades

A brochura “Prometer, Dividir, Intimidar e Coagir: 12 táticas que as empresas de óleo de dendê usam para tomar terras de comunidades” foi lançada hoje pelo Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais, GRAIN e uma aliança de organizações comunitárias e locais unidas contra as plantações industriais de dendê na África Ocidental e Central, incluindo RADD, SEFE, Synaparcam, de Camarões, Muyissi Environnement, do Gabão, e ERA/Community Forest Watch, da Nigéria.

A brochura “Prometer, Dividir, Intimidar e Coagir: 12 táticas que as empresas de óleo de dendê usam para tomar terras de comunidades” foi lançada hoje pelo Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais, GRAIN e uma aliança de organizações comunitárias e locais unidas contra as plantações industriais de dendê na África Ocidental e Central, incluindo RADD, SEFE, Synaparcam, de Camarões, Muyissi Environnement, do Gabão, e ERA/Community Forest Watch, da Nigéria.

História em quadrinhos "Sementes em Resistência"

Compartilhamos a história em quadrinhos Sementes em Resistência realizada a partir da animação que integrou o documentário "Sementes, bem comum ou propriedade corporativa?", realizado em 2017 por um coletivo de organizações latino americanas que trabalham por todo o continente pela defesa das sementes nativas e crioulas com base na Soberania Alimentar dos Povos.

Compartilhamos a história em quadrinhos Sementes em Resistência realizada a partir da animação que integrou o documentário "Sementes, bem comum ou propriedade corporativa?", realizado em 2017 por um coletivo de organizações latino americanas que trabalham por todo o continente pela defesa das sementes nativas e crioulas com base na Soberania Alimentar dos Povos.

Rompendo o silêncio: As plantações industriais de dendezeiros e seringueiras geram assédio, violência sexual e abuso contra as mulheres

No 8 de março – Dia Internacional da Mulher – nós nos somamos a mulheres de todo o mundo que são afetadas pela violenta expansão das plantações industriais de dendezeiros e seringueiras, e que estão conclamando a ações para que PAREM o assédio, a violência sexual e o abuso contra as mulheres dentro e próximo às plantações industriais de dendezeiros e seringueiras, IMEDIATAMENTE!

No 8 de março – Dia Internacional da Mulher – nós nos somamos a mulheres de todo o mundo que são afetadas pela violenta expansão das plantações industriais de dendezeiros e seringueiras, e que estão conclamando a ações para que PAREM o assédio, a violência sexual e o abuso contra as mulheres dentro e próximo às plantações industriais de dendezeiros e seringueiras, IMEDIATAMENTE!

No Brasil, comunidades rurais pagam o preço pelos bilhões que a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, esbanjou na compra de terras agrícolas, segundo relatório inédito

Uma investigação realizada pela GRAIN e pela ONG brasileira Rede Social de Justiça e Direitos Humanos revelou os caminhos pelos quais o fundo patrimonial (endowment) da Universidade de Harvard manipulou um obscuro esquema comercial para adquirir o controle sobre cerca de 850.000 hectares de terras agrícolas em cinco continentes, ao longo dos últimos dez anos. O relatório produzido pela investigação detalha os negócios agrícolas de Harvard e seus vínculos com diversos conflitos por terra e por água, inclusive casos de grilagem no Brasil.  

Uma investigação realizada pela GRAIN e pela ONG brasileira Rede Social de Justiça e Direitos Humanos revelou os caminhos pelos quais o fundo patrimonial (endowment) da Universidade de Harvard manipulou um obscuro esquema comercial para adquirir o controle sobre cerca de 850.000 hectares de terras agrícolas em cinco continentes, ao longo dos últimos dez anos. O relatório produzido pela investigação detalha os negócios agrícolas de Harvard e seus vínculos com diversos conflitos por terra e por água, inclusive casos de grilagem no Brasil.  

O fiasco agrícola bilionário da Universidade de Harvard

Um dos principais compradores de terras agrícolas no mundo é alvo de críticas por conflitos fundiários, devastação ambiental e investimentos arriscados. Novo relatório da GRAIN e da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos apresenta uma análise abrangente e inédita dos investimentos polêmicos da Universidade de Harvard na compra, em escala global, de terras agrícolas.

Um dos principais compradores de terras agrícolas no mundo é alvo de críticas por conflitos fundiários, devastação ambiental e investimentos arriscados. Novo relatório da GRAIN e da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos apresenta uma análise abrangente e inédita dos investimentos polêmicos da Universidade de Harvard na compra, em escala global, de terras agrícolas.

Emissões impossíveis: Como a indústria de carne e laticínios está aquecendo o planeta

Dentro de poucas décadas, as maiores empresas globais frigoríficas (de carne) e de laticínios (de derivados de leite de origem animal) poderão superar a ExxonMobil, Shell e BP como as maiores fontes de poluição do clima. Justo quando o planeta precisa reduzir drasticamente suas emissões de gases de efeito estufa, os gigantes globais da proteína animal estão exacerbando o consumo, ao acelerarem a produção e as exportações. A GRAIN e o IATP examinaram as 35 maiores empresas do mundo e descobriram que a maioria não informa suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), e poucas possuem metas para a redução de suas emissões totais. É urgente construirmos sistemas alimentares que atendam às necessidades de agricultores, de consumidores e do planeta. Para tanto, precisamos quebrar o poder dos grandes conglomerados frigoríficos e de laticínios e responsabilizá-los por sua excessiva pegada climática.

Dentro de poucas décadas, as maiores empresas globais frigoríficas (de carne) e de laticínios (de derivados de leite de origem animal) poderão superar a ExxonMobil, Shell e BP como as maiores fontes de poluição do clima. Justo quando o planeta precisa reduzir drasticamente suas emissões de gases de efeito estufa, os gigantes globais da proteína animal estão exacerbando o consumo, ao acelerarem a produção e as exportações. A GRAIN e o IATP examinaram as 35 maiores empresas do mundo e descobriram que a maioria não informa suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), e poucas possuem metas para a redução de suas emissões totais. É urgente construirmos sistemas alimentares que atendam às necessidades de agricultores, de consumidores e do planeta. Para tanto, precisamos quebrar o poder dos grandes conglomerados frigoríficos e de laticínios e responsabilizá-los por sua excessiva pegada climática.

Grandes empresas frigoríficas e de laticínios estão aquecendo o planeta

Novo relatório revela como as estratégias de crescimento das 35 maiores empresas frigoríficas e de laticínios do mundo aumentam suas emissões, prejudicando esforços globais para evitar perigosas mudanças climáticas.  

Novo relatório revela como as estratégias de crescimento das 35 maiores empresas frigoríficas e de laticínios do mundo aumentam suas emissões, prejudicando esforços globais para evitar perigosas mudanças climáticas.  

Sementes em resistência

Sementes em resistência é uma animação desenvolvida como parte do documentário "Sementes, bem comum ou propriedade corporativa?" realizado em 2017 por um grupo de organizações latino-americanas que trabalham em todo o continente na defesa de sementes nativas e crioulas como base da Soberania Alimentar dos Povos.  

Sementes em resistência é uma animação desenvolvida como parte do documentário "Sementes, bem comum ou propriedade corporativa?" realizado em 2017 por um grupo de organizações latino-americanas que trabalham em todo o continente na defesa de sementes nativas e crioulas como base da Soberania Alimentar dos Povos.  

O Coletivo de Sementes da América Latina apresenta o documentário: Sementes, bem comum ou propriedade privada?

Produzido em conjunto por oito organizações da América Latina e editado pela Radio Mundo Real, o documentário "Sementes, bem comum ou propriedade privada?" recolhe as experiências e lutas dos movimentos de defesa de sementes nativas e cioulas na Equador, Brasil, Costa Rica, México, Honduras, Argentina, Colômbia e Guatemala.

Produzido em conjunto por oito organizações da América Latina e editado pela Radio Mundo Real, o documentário "Sementes, bem comum ou propriedade privada?" recolhe as experiências e lutas dos movimentos de defesa de sementes nativas e cioulas na Equador, Brasil, Costa Rica, México, Honduras, Argentina, Colômbia e Guatemala.

A nova face do colonialismo: os Acordos de Parceria Económica da UE com a África

Desde 2002, países da África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP) têm negociado um acordo recíproco de livre comércio, chamado de Acordo de Parceria Económica (APE), com a União Europeia (UE). Embora tenha sido descrito como uma varinha de condão para industrializar e desenvolver os países da ACP, trata-se, na realidade, de um acordo injusto que se insere num marco colonial. Apesar de pouco divulgado, o APE tem enfrentado uma oposição contínua em muitos países da ACP, sobretudo por causa dos seus efeitos devastadores sobre pequenos agricultores. Os casos de alguns países africanos que apresentaremos a seguir ilustram a forma como pequenas comunidades estão a lutar para retomar o controlo sobre os seus recursos e proteger os seus mercados contra a enxurrada de alimentos processados baratos da UE, junto com pesticidas e organismos geneticamente modificados.

Desde 2002, países da África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP) têm negociado um acordo recíproco de livre comércio, chamado de Acordo de Parceria Económica (APE), com a União Europeia (UE). Embora tenha sido descrito como uma varinha de condão para industrializar e desenvolver os países da ACP, trata-se, na realidade, de um acordo injusto que se insere num marco colonial. Apesar de pouco divulgado, o APE tem enfrentado uma oposição contínua em muitos países da ACP, sobretudo por causa dos seus efeitos devastadores sobre pequenos agricultores. Os casos de alguns países africanos que apresentaremos a seguir ilustram a forma como pequenas comunidades estão a lutar para retomar o controlo sobre os seus recursos e proteger os seus mercados contra a enxurrada de alimentos processados baratos da UE, junto com pesticidas e organismos geneticamente modificados.

Fundos de pensão fomentando a grilagem de terras no Brasil

Em todo o mundo, produtores rurais estão perdendo as suas terras, frequentemente de forma violenta, para grandes companhias e especuladores que veem terras produtivas como um investimento lucrativo. Mas quais são os complexos mecanismos que estão por trás desses processos?

Em todo o mundo, produtores rurais estão perdendo as suas terras, frequentemente de forma violenta, para grandes companhias e especuladores que veem terras produtivas como um investimento lucrativo. Mas quais são os complexos mecanismos que estão por trás desses processos?